Belo Horizonte (MG) | O que fazer e onde comer?

Alô, Minas Gerais! A primeira vez conhecendo terras mineiras a gente não esquece. E a primeira escolha foi a capital mineira, Belo Horizonte. Foram dois dias conhecendo a cidade, pontos turísticos e claro, apreciando a culinária. Então, separei aqui todos os lugares que visitei e onde comi pra te ajudar a montar um roteiro completinho quando for pra lá! 😊

Dia 1

Copa Cozinha

A primeira parada foi para tomar café na Copa Cozinha, uma cafeteria que serve cafés e brunchs com comidinhas mineiras e opções para você levar para casa e continuar a prosa por lá. A gente pediu a opção ‘Café pra 2’, que vem com pães sovados com casquinha de queijo meia cura, bolo de cenoura com chocolate, biscoitinhos, pãozinho com goiabada, pães de queijo, torta de palmito e alho poró (e pedimos uma extra de frango) e duas opções de bebida que você pode escolher entre café, suco ou chá da casa.

É uma opção bem completa, que você consegue provar de tudo um pouco e ainda experimentar comidas típicas feita pelos locais. O ambiente e decoração nem se fala, é tudo muito aconchegante, com carinha de casa de vó, para você se sentir realmente em casa.

Mercado Central

A próxima parada foi no Mercado Central, inaugurado há quase 100 anos. Lá você encontra de tudo um pouco: comidas típicas, artesanato, cultura e tradição. E por falar em tradição, eu não podia deixar de experimentar a Tradicional Limonada de lá. Tem de vários sabores, com groselha, chá mate, gengibre e até bicarbonato. Eu pedi com mate e meu namorado foi na tradicional. Refrescância 10/10, não tem erro.

Outra comida típica que provei por lá foi a empada com jiló e carne no Ponto da Empada. Pratos com jiló são super tradicionais em Minas e a gente quis provar essa iguaria. Lembra muito o sabor de empada de carne moída, mas minha preferida foi a tradicional de frango com catupiry. É tudo feito na hora, sai fresquinho e muuuuito quente.

Praça da Liberdade, Edifício Niemeyer, CCBB e Museu das Minas e do Metal

Na Praça da Liberdade, você estará pertinho de mais outros pontos turísticos da cidade, como o Edifício Niemeyer, projetado pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer. O edifício é um exemplo claro da sua estética modernista e foi inaugurado em 1967. Um marco importantíssimo em sua carreira e na arquitetura do país.

No Centro Cultural do Banco do Brasil você encontra várias exposições de artes fixas e itinerantes, além de salas de teatro e salas com exposições sobre a história do Estado e da cidade. Lá você também encontra uma cafeteria com mesinhas dispostas no pátio do CCBB.

Já o Museu das Minas e do Metal tem o objetivo de preservar e apresentar a história das minas e da mineração, com destaque para o estado de Minas Gerais, que é um dos maiores produtores de minerais do Brasil. Lá você conhece um pouco mais sobre a história da mineração, desde os primeiros momentos da extração de minerais até os dias de hoje.

Nele, há coleções de minerais e rochas que explicam como eles são extraídos e seu impacto no meio ambiente e na sociedade.

Dia 2

Mineirão e Museu do Futebol Brasileiro

Depois de tomar um cafézão reforçado no hotel, fomos visitar o Estádio Mineirão e fazer um tour guiado pelo local. Se você gosta de futebol, essa é uma parada bem legal pra conhecer um pouco mais de como o estádio funciona em dias de jogos, bater fotos por onde os jogadores passam e fazem história.

Nele há também o Museu do Futebol Brasileiro que foi inaugurado em 2014, na Copa do Mundo no Brasil, e tem o objetivo de mostrar a importância do futebol não apenas como esporte, mas também como um fenômeno cultural, social e político no Brasil.

Lagoa da Pampulha e Santuário Arquidiocesano São Francisco de Assis

Cartão postal de Belo Horizonte, fomos conhecer a Lagoa da Pampulha e o Santuário Arquidiocesano São Francisco de Assis. É um lugar super tranquilo, legal pra levar as crianças, andar de bicicleta, fazer uma caminhada ou só passar um tempo admirando a paisagem.

Roça Grande

No segundo dia, nosso almoço foi no Roça Grande, um espaço de agricultura familiar que serve pratos variados diariamente, de acordo com a disponibilidade dos produtos e sazonalidade. Nesse dia, a opção era à parmegiana bovina com purê de batata e pra acompanhar, um pon chic, um refrigerante de fruta com suco de abacaxi. Gostinho de comida caseira, bem temperada e com a quantidade ideal pra te deixar satisfeito. Fora o atendimento que foi incrível!

Mercado Novo

Pra fechar, jantamos os dois dias no Mercado Novo, que assim como o Mercado Central, é muito tradicional por lá, a diferença é a grande quantidade e diversidade de bares e restaurantes. Digamos que é lá que a maioria da galera se encontra pra beber, petiscar e jogar conversa fora.

No primeiro dia, a gente escolheu jantar na Leopoldina, eleita a primeira pizzaria mineira napoletana, com pizzas artesanais. Nosso pedido foi a Queijo das Gerais, feita com queijo canastra. É bem queijuda, cremosa, o sabor do queijo bem forte e a massa nem tão fina e nem tão grossa, na medida ideal. 1000/10 pra ela e pra opção “Trilho vaca leiteira” que pedimos de sobremesa. Uma massa recheada com doce de leite, queijo canastra e requeijão em barra. Bom demais!

Pra encerrar, a gente também passou na Mascate, a Casa da Xeque Mate, pra pegar um Xeque-Mate, bebida alcoólica popular na cidade.

No segundo dia, a gente voltou no Mercado Novo e, dessa vez, pra conhecer novos lugares por lá. Fomos na Pão de Queijaria comer o tradicional pão de queijo mineiro, e pedimos um com recheio de costelinha de porco, queijo minas, couve frita e bacon. Eu particularmente prefiro o pão de queijo puro, sem recheio, mas esse tava divino e bem molhadinho! Pra acompanhar, pedimos o Guaramão, um refri típico feito com guaraná e suco de limão.

Por fim, a sobremesa ficou por conta da Companhia Mineira de Picolé, que vende vários sabores diferentes e inusitados. Eu escolhi um de biscoito, que tem um crocantezinho por dentro, cobertura de chocolate e flor de sal pra equilibrar. Vale demais experimentar!

Com certeza há muito o que fazer na cidade pra além de dois dias, principalmente no Centro e no bairro Savassi. Esses dois dias deixaram um gostinho de quero mais, pra explorar ainda mais cada cantinho, conhecer ainda mais da cultura, tradição e, claro, gastronomia.

Valeu, Minas Gerais! Valeu a pena demais te conhecer. E ah, fica de olho, porque o próximo post é com roteiro do que fazer em Ouro Preto. 👀

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